
The Wall Street Journal, a CNN e The New York Times admitiram que o Irã destruiu os principais radares dos EUA no Oriente Médio, como já vinha afirmando Teerã, efetivamente, na descrição de um analista, “cegando” o sistema norte-americano de interceptação de mísseis e drones com que Teerã reage à agressão desencadeada, traiçoeiramente, no último dia de fevereiro, e que completou uma semana.
Assim, o WSJ revelou que os EUA estão buscando “substituir mais rapidamente” o radar do sistema de defesa antimíssil THAAD na Jordânia, que foi danificado durante um ataque iraniano, citando uma fonte do Pentágono.
EUA estão se apressando para substituir o radar THAAD na Jordânia, que foi danificado por um ataque de drone”, registrou o porta-voz de Wall Street, que acrescenta que o radar é “um componente crítico” do sistema.
Análise semelhante foi feita pelo NYT. De acordo com especialistas, os radares destruídos formam o núcleo crítico da BMD (Defesa contra Mísseis Balísticos) dos EUA no Oriente Médio.
Assim, foram destruídos dois radares NA/TPY-2, respectivamente instalados Base Muwaffaq Salti, na Jordânia, e na Base Aérea Al Ruwais, nos Emirados Árabes. Imagens de satélite divulgadas pela Airbus confirmaram o impacto no radar em Salti.
Cada radar desses custa mais de US$ 1 bilhão e no máximo um ou dois são fabricadas por ano. Também foram destruídos, ou fortemente avariados, outros radares norte-americanos, do tipo AN-FPS-132.
